… Bruno da Cunha

Culturismo-pt: Boa tarde, Bruno!
Obrigado por teres aceitado o nosso convite.

Bruno da Cunha: Obrigado, eu, pelo convite. É uma honra para mim puder partilhar a minha experiência com tantos outros que amam este desporto.

Culturismo-pt: O que apareceu primeiro: o teu gosto pelo Culturismo ou o teu gosto pela musculação?

Bruno da Cunha: O gosto pela musculação. Como comecei a praticar desporto muito novo, e o desporto que fazia, tinha uma parte muito importante no ginásio, foi a partir daí que o “bichinho” pela musculação foi crescendo.

Culturismo-pt: Qual era o desporto que praticavas?

Bruno da Cunha: Canoagem de competição. Pratiquei durante 15 anos.

Culturismo-pt: Algo bastante diferente! Como chegaste, então, ao Culturismo?

Bruno da Cunha: Como tinha dito, o gosto pela musculação foi aumentando ao longo dos anos, e como via o meu corpo em desenvolvimento e gostava do resultado, comecei a dedicar-me mais à musculação por gosto pessoal; não para competir. Já seguia alguns atletas, mas nunca tinha imaginado de que um dia poderia vir a ser um deles também.

Culturismo-pt: Esses atletas tornaram-se as tuas referências?

Bruno da Cunha: Sim, ainda hoje. Acredito que todos digam quase o mesmo… Sem dúvida, o Arnold Schwarzenegger é uma fonte de inspiração até pela sua história de vida.

Culturismo-pt: E, porque é que decidiste ir competir?

Bruno da Cunha: No ginásio que andava, na altura que cá em Portugal começou a aparecer os Men’s Physique (para ser sincero, nem sabia bem o que era; era uma novidade ainda), disseram-me que poderia “encaixar-me” bem num perfil assim. Até esse dia, eu não fazia ideia o que era uma dieta. Lá fiquei a “namorar” a ideia e, mais tarde decidi, então: porque não, amor pela musculação? Posso tirar, com isto, mais conhecimento para mim, evoluir mais e é uma coisa que faço com o maior gosto. Assim, juntei o útil ao agradável.

Culturismo-pt: Qual é a principal diferença entre a Canoagem e o Culturismo, em termos de preparação?

Bruno da Cunha: Alimentação, sem dúvida.

Culturismo-pt: Muitos atletas dizem que essa é a parte mais difícil deste desporto que é o Culturismo – a dieta. Também é aquela que mais te custa?

Bruno da Cunha: Sim. Para mim, também é a parte mais difícil. Treino é a parte mais fácil. Gosto muito de comer e não puder comer tudo o que gosto, torna as coisas menos fáceis. Mas, quando se quer muito uma coisa, consegue-se, por isso, foco-me no que tem de ser.

Culturismo-pt: As famílias nem sempre ajudam nesse aspecto. Também te acontece o mesmo?

Bruno da Cunha: Nesse aspecto, posso dizer que sou um privilegiado. A minha família apoia-me incondicionalmente.

Culturismo-pt: Achas que o facto de teres estado sempre ligado à competição, fê-los adaptarem-se facilmente ao Culturismo?

Bruno da Cunha: Sempre tive o apoio da minha família em todas as decisões que tomei na minha vida, mas o facto de me verem sempre num registo de competição desportiva toda a minha vida, poderá ter sido um factor para aceitarem mais rapidamente.

Culturismo-pt: Estás bastante familiarizado com a competição. És uma pessoa competitiva?

Bruno da Cunha: Sim, sou. Gosto de ganhar. Não podemos estar com hipocrisias. Luto por algo que acredito, que amo. Quero ser melhor todos os dias, mas a maior competição é comigo mesmo; não quero falhar em nada.

Culturismo-pt: Já tens mais medalhas de Culturismo do que de Canoagem?

Bruno da Cunha: Tenho mais medalhas de canoagem, ainda, mas mais “títulos” no culturismo.

Culturismo-pt: Quais os títulos que já alcançaste, no Culturismo?

Bruno da Cunha: Campeão absoluto da AFD, campeão absoluto da Taça Carlos Rebolo, vice-campeão da Europa, vice-campeão Mr. Olympia Amador, medalha de bronze no Campeonato do Mediterrâneo, 4º lugar no Arnold Classic.

Culturismo-pt: Sabes quantas provas já fizeste?

Bruno da Cunha: 8 provas

Culturismo-pt: Por quais títulos vais lutar em 2017?

Bruno da Cunha: Quero a medalha de ouro e o cartão PRO-Card. É por isso que vou lutar.

Culturismo-pt: Muitos atletas têm o sonho de conseguir esse PRO-Card. Este também é um dos teus desejos, portanto?

Bruno da Cunha: Sim, quero muito chegar à liga PRO. Se existe alguma coisa que me faz sentir realizado é este desporto. Quantas pessoas se querem encontrar a si próprias? Eu posso dizer que, com este desporto, me encontrei; mudou a minha vida.

Culturismo-pt: Foi a maior alegria que este desporto te deu foi isso: teres-te encontrado?

Bruno da Cunha: Sim. Diria até melhor: afirmo isso.

Culturismo-pt: Men’s Physique será sempre o teu registo?

Bruno da Cunha: Sim. Olhando para o meu corpo, diria que não somos nós que escolhemos a categoria mas sim, é a categoria que nos escolhe.

Culturismo-pt: De todos os resultados que tiveste, qual foi o que mais te surpreendeu?

Bruno da Cunha: O Campeonato Europeu 2016, pois era a minha estreia numa prova internacional. É aquela que é considerada uma das mais difíceis e, numa categoria com cerca de 40 atletas, não sabia mesmo o de esperar. Posso afirmar que estava cheio de medo.

Culturismo-pt: Quando soubeste que estavas no TOP 6, respiraste de alívio ou acabaste por ficar mais nervoso?

Bruno da Cunha: Foi uma mistura de emoções que não consigo descrever: alívio, medo, alegria, nervos.

Culturismo-pt: Com o aumento da experiência, esses sentimentos passam ou ainda se tornam mais intensos?

Bruno da Cunha: Ficam mais intensos, porque aumenta a responsabilidade e a exigência connosco mesmos.

Culturismo-pt: Entraste na Selecção Elite 2017. Como é estar entre os melhores a nível nacional?

Bruno da Cunha: É o que qualquer atleta deseja: puder representar o nosso país é um orgulho para mim.

Culturismo-pt: Também é uma grande responsabilidade. Qual vai ser a tua primeira prova deste ano?

Bruno da Cunha: Sim, sem dúvida, uma grande responsabilidade. A minha primeira prova este ano será o Europeu.

Culturismo-pt: Estás pronto para trazer a medalha de ouro?

Bruno da Cunha: Quero muito. Quero mesmo muito! Estou a dar o melhor de mim para conseguir superar o que fiz no ano passado. Mas, tal como eu, estão todos a dar o melhor de si para conseguirem o mesmo. Seja o que Deus quiser.

Culturismo-pt: Certamente vais conseguir porque, diz-me: como é o interior do Bruno da Cunha?

Bruno da Cunha: O Bruno da Cunha é uma pessoa normal, com defeitos e virtudes, com sonhos pelo qual luta.

Culturismo-pt: E eu tenho a certeza que vais conseguir chegar onde anseias porque, sem dúvida, tens conseguido coisas extraordinárias.

Bruno da Cunha: Muito obrigado. Vou trabalhar para isso. Pode demorar o tempo que for necessário, mas desistir nunca.

Culturismo-pt: Muito obrigado por este tempinho que me disponibilizaste, Bruno. Foi um gosto conhecer-te um pouco melhor! Obrigado, mesmo.

Bruno da Cunha: Muito obrigado, mais uma vez por este convite. Continuem assim, a fazer o enorme trabalho e a crescerem como têm vindo a fazer. Parabéns!

 

Para seguir mais de perto o trabalho do Bruno da Cunha, ficam:
Facebook: https://www.facebook.com/brunodacunhamensphysique/?ref=br_rs
Instagram: @brunodacunha_biotechusa

 

 Texto: Dud@
Fotografia: NunoBaptista.com

Diamond Cup, Portugal 2017 – Espinho

O DIAMOND CUP, PORTUGAL 2017 ESTÁ A CHEGAR!
THE DIAMOND CUP, PORTUGAL 2017 IS GETTING ARRIVED!

A precisamente 1 semana do grande evento internacional em Portugal, o Culturismo-pt recolheu algumas informações importantes sobre Espinho, a cidade nossa anfitriã, para os atletas e visitantes.
Just one week from the great international event in Portugal, Culturismo-pt gathered some important information about Espinho, our host city, for athletes and visitors.

  • Sobre o transporte:
    → A IFBB-Portugal terá carrinhas no aeroporto para transportar os atletas até ao local do evento. O preço por pessoa são 10€ e os atletas devem mandar os dados do voo para a federação;
    → Existe comboio do aeroporto para Espinho. Os atletas podem sair do aeroporto, irem até à Campanhã e seguir para Espinho – linha de Porto-Aveiro (ver horários: Porto-Aveiro; Aveiro-Porto).
  • About transport:
    → The IFBB-Portugal will have vans at the airport to transport the athletes to the venue. The price per person is € 10 and the athletes must send the flight data to the federation;
    → There is a train from the airport to Espinho. The athletes can leave the airport, go to the Campanhã and continue to Espinho – Porto-Aveiro line (see schedules:Porto-Aveiro; Aveiro-Porto).
  • Sobre o Porto:
    → O Porto é uma linda cidade que não pode perder a visitar! (mapa; informação)
  • About Porto:
    → Oporto is a beautiful city that you can not miss visiting! (map; information)

Para mais informações, estejam atentos à página da IFBB-Portugal e, caso precisem contactar a federação, podem fazê-lo para o email: info.ifbbportugal@gmail.com . 
For more information, be aware of the IFBB-Portugal page and, if you need to contact the federation, you can do so to the email: info.ifbbportugal@gmail.com . 

Boa sorte a todos os atletas que irão competir!
Good luck to all athletes who will compete!

… Fábio Rodrigues

Culturismo-pt: Boa tarde, Fábio!
Obrigado por teres aceitado o nosso convite.

Fábio Rodrigues: Boa tarde, eu é que agradeço o convite e o reconhecimento como Atleta PFBB.

Culturismo-pt: Como é que começou a tua “aventura” neste mundo do Culturismo?

Fábio Rodrigues: Nunca tinha visto nem percebia nada de Culturismo… Até ao dia em que os meus camaradas disseram que eu tinha um bom corpo/genética para participar. Fui à loja 2Korpus pedir uma opinião e foi quando tudo começou, com a ajuda e indicação do Carlos Reis e António Guerreiro.

Culturismo-pt: Quanto tempo treinaste antes de competir?

Fábio Rodrigues: Treino desde os meus 17 anos. Comecei com fisioterapia após um acidente, onde prendi o braço no elevador de carga do supermercado onde trabalhava (ainda no Brasil).

Culturismo-pt: Lá estão mais cientes do que é o Culturismo?

Fábio Rodrigues: Não te sei responder. Comecei há exactamente 1 ano atrás e estou em Portugal há 9 anos. Mas tenho ideia de que o povo lá cuida mais do corpo… É hábito de muitos. Mas em questão ao Culturismo não sei. Mas já noto que cá o pessoal já começa a cuidar mais do corpo/saúde do que antes.

Culturismo-pt: Achas que o Culto do Corpo já é uma questão não só estética mas também de saúde?

Fábio Rodrigues: Não acho… Tenho a total certeza! Se não fosse saudável, não havia tantas indicações pela parte dos profissionais da saúde.

Culturismo-pt: Qual é o factor que mais te atraí neste desporto que é o Culturismo?

Fábio Rodrigues: Sem dúvida é o espírito de sacrifício. Manter os treinos/dietas sem margem de erro. É um desafio a cada dia.

Culturismo-pt: E porquê Muscular Physique?

Fábio Rodrigues: O meu primeiro campeonato foi o Regional Sul de 2016, onde fui a Men’s Physique, e desci do palco com vários elogios e votos de que iria ficar no mínimo no top 6. No fim, fiquei em 11º. Fui penalizado por excesso de massa muscular/densidade para a categoria. Logo a seguir, no Nacional, foi criada a categoria Muscular Physique onde fiquei em segundo lugar. Na semana seguinte, fiquei em 2º lugar no Olímpia de Marbella. É a categoria em que se enquadra a minha estrutura/musculatura. Nem Men’s Physique, nem culturismo clássico. Estou no meio.

Culturismo-pt: Ficaste desiludido com o resultado do Regional?

Fábio Rodrigues: Sou sincero: criei alguma expectativa. Mas se o meu corpo não se enquadrava na categoria, acho bem o resultado.

Culturismo-pt: Qual é a maior dificuldade, para ti, desta categoria Muscular Physique?

Fábio Rodrigues: A dificuldade deve ser igual para todas as categorias: é a dieta rigorosa.

Culturismo-pt: Já alguma vez caíste em tentação na dieta?

Fábio Rodrigues: Quando apetece algo que sei que não posso, peço sempre autorização ao meu preparador. E quando peço é um almoço com churrasco e sou autorizado. Acabo por ter alguma sorte com o meu metabolismo. De resto cumpro à risca.

Culturismo-pt: Qual é pior coisa que te podem privar na dieta?

Fábio Rodrigues: Doces e fritos. Sou pior que as crianças.

Culturismo-pt: (Risos) Isso parece-me uma frase de mulher… A tua companheira não costuma dizer-te isso quando passas nas lojas de doces, em plena dieta?

Fábio Rodrigues: Estou num relacionamento recente. E ela faz dieta e é alérgica a chocolate. Espectacular!

Culturismo-pt: (Risos) Portanto, se te portares mal, ela vai ser a primeira a ir contar ao teu preparador…

Fábio Rodrigues: Mais ou menos isso. Ela é uma grande ajuda na dieta. Não há cá jantares, McDonald’s, não bebe álcool nem bebidas com gás.

Culturismo-pt: No futuro, pretendes passar para outra modalidade ou irás continuar nesta?

Fábio Rodrigues: Continuarei nesta. Como referi, é a categoria onde o meu corpo se enquadra.

Culturismo-pt: As pessoas confundem muito Men’s Physique com Muscular Physique. O que é que as difere?

Fábio Rodrigues: Muitas pessoas perguntam: mas qual é a diferença? E eu explico dizendo que Muscular Physique é quase o mesmo que Men’s Physique, mas requer mais alguma massa muscular, densidade e maturidade muscular. Os outros critérios são idênticos (simetria, poses, sorriso e à vontade em palco).

Culturismo-pt: Desses critérios, qual ou quais acabam por requerer trabalho constante, fora do meio de treino?

Fábio Rodrigues: Poses, sorriso e à vontade em palco. Todos requerem trabalho/treino. Poses é um factor essencial. O sorriso faz toda a diferença. E à vontade em palco só se ganha com o tempo. E alguns conselhos/críticas construtivas. Desde a minha primeira participação, noto imensas diferenças, seja nas poses, no sorriso e no à vontade em palco.

Culturismo-pt: Como sabes se as críticas que te dão são construtivas?

Fábio Rodrigues: A mim, todas as críticas são construtivas. Fazem com que eu reflicta e mude o que é necessário. Sou do tipo de pessoa que gosto de receber elogios e também gosto de receber críticas para mudar o que não está bem.

Culturismo-pt: O facto de teres sido um dos primeiros a ter resultados internacionais, nesta modalidade, faz com que haja pessoas a pedir-te conselhos?

Fábio Rodrigues: Faz. Por vezes recebo mensagens no Facebook de novos atletas, a perguntar se posso dar uma ajuda no que diz respeito às poses, seja Men’s Physique seja Muscular Physique. E faço com todo o gosto e fico orgulhoso disso! E lembro-me que quando comecei também tive ajuda do Marco Costa.

Culturismo-pt: Ao contrário do que se pensa, há companheirismo entre atletas, no Culturismo?

Fábio Rodrigues: Há e muito! Mesmo não pertencendo à mesma equipa, combinamos treinos. Seja de poses, seja de “ferro”. Só mesmo em cima do palco é que somos “rivais”. Antes de subir, e ao descer as escadas, somos amigos e companheiros.

Culturismo-pt: Havia outros portugueses na tua categoria, quando foste ao Mr. Olympia, Marbella, no passado ano de 2016. É diferente disputar uma prova internacional, sabendo que há colegas teus a competir na mesma categoria?

Fábio Rodrigues: Havia mais dois portugueses: Virgílio Costa e o Carlos Antunes. Estávamos sempre a apoiar-nos uns aos outros. Fui com o Carlos ao top 6 e, no backstage, ao aquecer, era eu a puxar por ele e ele por mim. Acaba por ser diferente porque ali estávamos a “lutar” por Portugal.

Culturismo-pt: Essa também foi a tua primeira prova internacional. O que mais te impressionou?

Fábio Rodrigues: Foi a minha primeira, sim. O que mais me impressionou foi a quantidade de atletas. Não fazia ideia que eram tantos. E o meu resultado também. Queria ir para Men’s Physique, em Marbella. O meu preparador até se chateou comigo.

Culturismo-pt: Porque é que querias ir a Men’s Physique?

Fábio Rodrigues: Porque dizia que os meus concorrentes no Muscular Physique eram enormes e eu ia ficar em último.

Culturismo-pt: E depois, quando te viste no Top 6, chegaste a pensar que era um sonho?

Fábio Rodrigues: Nem queria acreditar! E quando desci do palco com a prata, fui directo ao meu preparador e pedi-lhe desculpa. O José Monteiro só me perguntava se eu queria mesmo ir a Men’s Physique.

Culturismo-pt: Pode-se dizer que essa foi a competição mais emocionante para ti, devido a tudo isso?

Fábio Rodrigues: Sem dúvida. A primeira internacional, o meu medo de ficar em último e querer mudar de categoria, chegar ao ponto do António se chatear comigo e, no fim, saio com a prata… Desci do palco a chorar.

Culturismo-pt: O nível internacional é bastante diferente do nacional. O que te cria mais pressão num palco internacional?

Fábio Rodrigues: A pressão já é igual, seja nacional ou internacional. Quero sempre ficar bem classificado. Em relação ao nível, na categoria do Culturismo é que se nota mais diferenças. A nível Men’s Physique e Muscular Physique penso que não. É uma linha a seguir.

Culturismo-pt: Todos têm objectivos marcados, neste mundo da competição. Qual é o teu plano?

Fábio Rodrigues: Gostava de atingir um primeiro lugar internacional. E se a categoria passar a dar direito ao PRO-CARD, é um sonho/objectivo a alcançar.

Culturismo-pt: Antes disso, diz-me: como é o interior do Fábio Rodrigues?

Fábio Rodrigues: Ossos, carne, músculos e água (às vezes, pouca água) (Risos). O Fábio por dentro é exactamente como as pessoas vêem por fora: é divertido, calmo, atencioso, por vezes, bruto, depende da situação. No geral, o Fábio é o Fábio.

Culturismo-pt: (Risos) Obrigado por este tempinho que me disponibilizaste para te conhecer um pouco mais. Desejo-te toda a sorte do mundo e arredores. A sério, muito obrigado!

Fábio Rodrigues: Eu é que agradeço por tudo. Foi um prazer. Muitíssimo obrigado!

Para seguir mais de perto o trabalho do Fábio Rodrigues, ficam:
Facebook: https://www.facebook.com/muscularphysique/?pnref=lhc
Instagram: @fabiorodrigues_ifbb

 

 

 Texto: Dud@
Fotografia: NunoBaptista.com